quarta-feira, 2 de maio de 2012


Olá, 3º ano!

Segue nosso primeiro texto a ser estudado. Leiam com atenção e verifiquem o site que recomendo ao final dele. 
Uma copia desse material esta na coordenação.

Bons estudos!

Sistema Esquelético

Osteologia é o estudo dos ossos e das relações ligadas ou relacionadas a eles que juntos formam o esqueleto. Assim sendo, o esqueleto é o conjunto de ossos e cartilagens que se interligam para formar o arcabouço do corpo e desempenhar suas funções.
Como funções importantes para o esqueleto podemos apontar:
  1. Proteção para órgãos como o coração, pulmão e sistema nervoso central;
  2. Sustentação do corpo;
  3. Co-formação do corpo;
  4. Local de armazenamento de íons Ca e P (durante a gravidez a calcificação fetal se faz);
  5. Sistema de alavancas que movimentadas pelos músculos permitem o deslocamento do corpo;
  6. Local de produção das células do sangue (hemopoiética).
O esqueleto pode ser dividido em duas porções: axial e apendicular. O axial (região mediana) forma o eixo do corpo que é composto pela cabeça, pescoço e tronco (tórax e abdome). Já o apendicular é constituído pelos membros. A união dessas duas porções ocorre pela cintura escapular (constituído pela escápula e clavícula) e pélvica (quadril).
Em um indivíduo adulto, no qual se considera completado o desenvolvimento orgânico, o número de ossos é de 206. Este número pode variar de acordo com alguns fatores como:
  1. Idade: ocorre a diminuição do número de ossos, pois nos recém-nascidos existe a presença de ossos que se fundem com o passar do tempo.
  2. Fatores individuais: em alguns adultos pode haver a permanência da divisão de alguns ossos de recém-nascidos.
  3. Critérios de contagem: Pode ocorrer divergência na contagem dos ossos por alguns anatomistas. Por exemplo, a patela que insere-se em tendões podem ou não ser contabilizadas.

    Há várias maneiras de classificar os ossos. Eles podem, por exemplo, ser de acordo com sua região topográfica: axial e apendicular. Entretanto a classificação mais difundida é a que considera a forma dos ossos segundo as dimensões de comprimento e largura:
    1. Ossos longos: são aqueles que apresentam o comprimento maior que largura e espessura. Por exemplo o fêmur
    2. Ossos laminares: apresenta comprimento e largura equivalentes predominando sobre espessura. Por exemplo, ossos do crânio e escápula.
    3. Ossos curtos: são aqueles que apresentam equivalência das três dimensões (comprimento, largura e espessura). Por exemplo: ossos do carpo e do tarso.
  1. Ossos irregulares: apresentam uma morfologia complexa que não encontra correspondência em formas geométricas conhecidas. Por exemplo as vértebras.
  2. Ossos pneumáticos: apresentam uma ou mais cavidades de volume variável, revestidas de mucosas e que contenham ar. Por exemplo: frontal, maxilar e temporal.
  3. Ossos sesamoides: são ossos que desenvolvem-se em certos tendões ou capsulas fibrosas que envolve articulações. Por exemplo a patela

O estudo do tecido ósseo distingue a substância óssea em compacta e esponjosa. Na substância óssea compacta as lâminas de tecido são fortemente unidas sem que haja espaço livre interposto. Por esta razão o osso é mais rijo. Na substância óssea esponjosa as lâminas desses ossos mais irregulares em forma e tamanho se arranjam em forma a deixar espaços.
Os ossos possuem uma membrana presente na superfície que ajuda na regeneração da matriz, é rico em vasos sanguíneos., fibras e nervos. Sua camada mais interna (osteogênicas) é responsável por transformar suas células em células ósseas, que se incorporam a superfície promovendo seu espessamento. O periósteo também serve para nutrir os ossos através de suas artérias que penetram e se espalham pela medula exercendo assim sua função hemopoiética.

Consulte o site: http://www.auladeanatomia.com/osteologia/generalidades.htm
    Até a próxima aula!

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